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primeira banda a se apresentar foi a Zhevëtt,
de Criciúma (SC) mesmo, que trouxe a galera para
dentro do União Mineira, tocando grandes clássicos
do Power e Melodic Metal. Já havia visto um show
deles no mês passado, porém a banda teve
alguns problemas para mostrar seu som devido aos equipamentos
do lugar, o que resultou numa apresentação
não muito boa, o que demonstra a necessidade de
um evento ser bem organizado para não trazer problemas
ao invés de bons frutos. O show do Steel Festival
foi muito superior ao anteriormente presenciado. Com entrosamento,
eles fizeram todos os fãs de Metal Melódico
irem à frente do palco e cantar junto as grandes
músicas. "Headless Game" do Edguy abriu,
seguida de "Hunting High And Low" do Stratovarius.
A quarta música foi uma música própria
"Earth Warrior", que começa com um bom
riff na guitarra. A penúltima música foi
"Asgard", outra própria que é
um exemplo da proposta da banda: riffs e bateria rápidos,
coros, vocais adequados ao estilo, enfim, grande música.
E, para fechar, a banda escolhe um clássico: "I
Want Out" do Helloween, que fez todos os presentes
cantarem junto, grande momento do show. Parabéns
á banda!
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A segunda banda foi a Gangrena
Inc., de Araranguá (SC), que iniciou o
seu show com "Jihad", música pesada e
rápida, que fez a galera ir para frente do palco
e bater muita cabeça. A segunda foi um cover do
Brujeria, "Pititis, Te Invoco" que agitou e
muito o local, grande música, de uma grande influência
do grupo. Dando seqüência, são executadas
as 2 músicas mais conhecidas, que foram disponibilizadas
há algum tempo no Myspace da banda, sendo elas
"Gangrena" e "Hate Amplifier" grandes
músicas, que deram continuidade á quebradeira
que foi a apresentação. Outro cover foi
executado, "Slave New World" do Sepultura, que,
sem comentários, é um grande clássico.
Um fato engraçado a aparição do Papai
Noel, que alegrou um pouco e ainda jogou balas para a
platéia. O set foi quase totalmente de músicas
próprias, algo positivo, contrariando o estigma
de que o público não valoriza artistas undergrounds.
Fechando o show, "Sonhos Enterrados" que possui
a letra em português e riffs pesados e em algumas
partes cadenciados.
A
próxima a subir no palco foi a Azhmodam,
que executa um Death Metal rápido e com técnica.
A primeira música foi "Prisioner Of Inquisition",
mostrando nítida influência de Cannibal Corpse,
tanto no vocal como nas guitarras. O público adepto
ao estilo deu bastante força para a banda se “quebrando”
bastante na frente do palco. A próxima música
foi "A Skull Full Of Maggots", clássico
do Cannibal Corpse muito bem executado, seguida de "City
Of Mutilation", música própria. Ainda
foi executado outro cover da principal influência:
"Staringh Through The Eyes Of The Dead", também
muito bem executada. "The Chaste People Revenge"
deu continuidade, seguida de mais dois covers, desta vez
"Day Of Suffering" do Morbid Angel, que chamou
ainda mais o público e para fechar, um outro clássico,
"Hammer Smashed Face" também do Cannibal.
Parabéns para a banda, que possui membros de qualidade
e que fez um ótimo show.
A
próxima foi a Souls Of Glory,
de Tubarão (SC), que iniciou o seu show com "Be
Quick Or Be Dead", que foi bem executada até
a parte em que se perderam, recuperando - se um pouco
depois. Guitarras baixas, baixo alto, o som estava ruim,
sem contar que os integrantes estavam muito bêbados,
o que afetou muito a apresentação. Criticar
não é o intuito desta, porém, às
vezes é necessário. Por exemplo: a banda
deveria tirar músicas mais fáceis para não
correr o risco de estragar as execuções,
pois o que foi visto nesta apresentação
fora erros constantes por parte dos instrumentistas, além
de desafinações por parte do vocalista.
Clássico atrás de clássico, foi um
show razoável, apesar dos falatórios gerais,
havia várias pessoas agitando na frente do palco,
o que significa que parte do público gostou dos
covers como: "Nothing To Say" (Angra), "Kings
Of Metal" (Manowar), "As I Am" (Dream Theater)
e "Children Of The Damned" (Iron Maiden). Fecharam
o show com outras músicas rápidas e difíceis:
"Eagle Fly Free" do Helloween e "Carry
On" do Angra, que foi um dos piores momentos para
o vocalista. Sorte para a banda e espero que melhorem
numa próxima ocasião.
A
última foi a Natural Chaos que
executa um Thrash/Death Metal com influências das
mais diversas bandas Old School. O show é iniciado
com a "No Rest For The Humanity" seguida de
"Dictator' s Head", grandes músicas,
pesadas e com o vocal característico do Thrash
Metal Old School. A quarta música foi "Black
Magic" do Slayer, que apesar de não dar de
ouvir muito bem a guitarra no começo, ficou legal
e chamou o público. "Inherited Pain"
deu continuidade, seguida do clássico "Troops
Of Doom" do Sepultura que contou com a participação
do vocalista da Azhmodam. A próxima música
foi "Hino Mundial dos seguidores de Satã"
que foi um momento engraçado do show, no qual o
guitarrista cantou, e arrancou risadas do público.
"Port Of Desolation", música própria
que começa com um riff pesado e cadenciado deu
continuidade, e, para fechar, um clássico do Heavy
Metal: "Grinder" do Judas Priest. Bom show!
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