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III
Orquidea Rock Festival
Local: Fazenda
Refúgio do Lago – 14, 15 e 16/12/07 - Lages/SC
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| Bandas:
Mental
Hell, Ms. Jane, Forskie, Mr. Powerfull, Orquídea
Negra, Sabre, Warmagedoom, Infernal War, Bloodystorm,
Aldren Liebe, Perdido e Déo, Yer, Khabla, Necropsya,
Open Scars, Desolate Ways, Monalisa, Stormental, Mindborn,
The Four Horsemen, Enforcer, Blood Kharma Foundation,
Khrophus, Palhas Do Coqueiro, Troops Of Doom, Dark Whisper,
Napalma Dos Dentes, Selvagens, Plêiades e Fire Symphony
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| Ao
chegar no III Orquídea Rock Festival recebia -
se uma pulseirinha do Tschumistock, pensei que havia algo
errado, mas a produção não teve dinheiro
para confeccionar, então “roubou” (no bom sentido)
algumas restantes do festival de Rio do Sul.
O
lugar é muito bom, com certeza a melhor estrutura
de todos os festivais do Estado, destacando - se piscina,
restaurante, cabanas para locação, fácil
acesso, bom palco e um som excelente.
É
claro, o Mussa (figura carimbada dos eventos regionais)
estava lá, e acreditem ou não, conseguiram
jogá - lo na piscina. Ele não foi o único
a cair na água com roupas, pois era comum ver seres
de calça e camiseta preta se banhando, devido ao
calor. No período noturno ficava frio, além
de muito escuro, fato que rendeu alguns tombos em valetas,
esbarrões em barracas e outros pequenos incidentes.
Por
volta das 20 horas começou o festival com uma banda
de Punk Rock. A Mental Hell fez um show
com muita energia, tocando covers de Tequila Baby e Ramones,
mas sem empolgar muito o pessoal, visto que a maioria
dos presentes não era adepto ao estilo.
Depois
foi a hora do Melodic Heavy Metal, com a Forskie.
Os músicos subiram ao palco e tocaram covers de
Helloween, Iron Maiden, Blind Guardian, e duas excelentes
músicas próprias. A banda conseguiu trazer
o pouco público que estava afastado da lona vermelha
e verde, onde rolavam os shows. Os headbangers começaram
a aparecer e exercer sua função no festival,
ou seja, balançarem as cabeças como loucos
diante do palco. Assim como o Iron Maiden, a Forskie apresenta
três guitarras. O vocalista tem um timbre que lembra
muito Blind Guardian, já o baterista, apesar de
franzino e novo (apenas 17 anos), foi um dos melhores
do festival.
Com
a mesma cozinha da Forskie, sobe ao altar do Rock a Ms.
Jane. Um Hard Rock excelente, somente com músicas
conhecidíssimas. Rolou de Skid Row a Mötley
Crüe, passando por Deep Purple e Mr Big, além
de músicas próprias. A banda merece destaque,
pois todos os integrantes apresentam particularidades.
O vocalista, pela sua presença de palco. Já
o guitarrista e o baixista pela excelente técnica,
porém, poderiam agitar mais. O baterista mostra
domínio nos giros das baquetas, além de
tocar muito bem. Outro ponto positivo, foi a utilização
de efeitos pirotécnicos, no melhor estilo Kiss.
Surgem
no palco, depois da Ms. Jane, Boca e sua turma, tocando
um repertório já conhecido por todo o Estado,
com alguns clássicos dos álbuns "Sound
Of Destiny" e "Metal Thunder", além
de uma música que fará parte do terceiro
trabalho. Também mandaram covers de Ozzy Osbourne
e Scorpions. Conforme esperado, a Mr. Powerfull
fez um excelente show, com presença de palco e
execuções impecáveis.
A
atração seguinte foi a organizadora do evento.
A Orquídea Negra fez um show muito
bom, começando com um tributo ao Black Sabbath,
incluindo cuidados com as vestimentas (Samuel Vargas usando
uma jaqueta igual à do Ozzy na década de
70) e balde de água na galera, como o vocalista
citado faz até hoje. Após o tributo, a banda
seguiu com clássicos do Metal catarinense, incluindo
“Touch Your Dream” e “Christmas Night”, fazendo os cabelos
balançarem.
De
Videira vem a Sabre, tocando um Hard
Heavy com temáticas como cerveja e mulher. O vocalista
da Orquídea Negra fez uma participação
na música “In Your Eyes”. O show foi meio parado,
mas apresentou qualidade. Se uma apresentação
é feita para ver, ouvir e sentir, eles conseguiram
prestígio apenas no segundo item.
Do
sul do Estado surge a Warmagedoom, que
investe no Metal extremo. O show agitou as poucas pessoas
que ali ainda estavam. Já eram duas horas da madrugada
e muitos estavam abrigados em suas barracas, seja para
dormir, namorar ou apenas descansar. Os músicos
e o repertório são bons, mas por uma série
de motivos, a apresentação não despertou
a atenção, podendo ser definida como indiferente.
Talvez porque o pessoal estava se guardando para a Infernal
War.
De
corpse paint, muito couro, correntes e etc., a Infernal
War tocou um Black Metal de qualidade, levando
os adeptos à loucura. Além da parte teatral
(cuspiram fogo e levantaram espadas), tocaram muito bem,
mostrando por que é considerada uma das melhores
bandas extremas de Santa Catarina.
Foi
o fim da noite de sexta feira, mas era só o começo
do evento, ainda havia dois dias pela frente.
Sábado
pela manhã, os caras da Bloodystorm
abrem com um Thrash de qualidade e gritos de “vamo acorda!”.
A banda consegue mostrar um bom trabalho, mas devido ao
horário, havia poucas pessoas na frente do palco,
a maioria de ressaca, parecendo zumbis.
A
Aldren Liebe conseguiu atrair algumas
pessoas, com um estilo que eles disseram ser Dark Metal.
Mas, o que é Dark Metal? Segundo a banda, é
simplesmente fazer o que eles gostam (toda banda deveria
ser assim), e isto foi interessante, pois tocaram Black
Metal logo após de um After Forever. Faltou presença
de palco. O show foi muito parado e contou com a falta
de respeito por parte dos dois vocalistas, que conversavam
no palco como se os espectadores não estivessem
ali. O tecladista novo mandou muito bem, executando as
músicas perfeitamente.
Meio
- dia, algumas pessoas almoçando, outras descascando
limões para fazer caipirinha, e Perdido
e Déo sobem no palco para fazer um dos
poucos shows alternativos do festival. Eles tocaram somente
com objetos recicláveis (garrafas principalmente)
e as poucas pessoas que estavam vendo, permaneciam sentadas,
com um ar de “uau, diferente isso aí”. Acredito
que este show não deveria estar na programação,
visto que fugiu da proposta em questão. Bem
que foi interessante ver os dois seres batendo em garrafinhas
e usando chocalhos e pandeiros para fazer um som agradável.
A
Yer veio com seu Rock N’ Roll de qualidade;
o vocal gritado, músicas empolgantes e clássicos
do Rock inglês. É mais uma daquelas bandas
que agrada todo mundo, pois toca bem e...”it’s only Rock
N’ Roll, but ‘everybody’ likes it”.
Após
o Rock N’ Roll, um bloco de Death Metal com Khabla, Necropsya
e Open Scars. A Khabla atrasou em quase uma hora, pois
a bateria teve que ser removida devido a problemas na
pele do bumbo (especificamente, rasgo), enquanto isso
algumas pessoas resolveram almoçar, outras resolveram
brincar com balões de água e várias
se arriscaram a entrar na piscina de água marrom
do local, uma vez que, conforme comentado, estava um calor
insuportável. A Khabla tocou pouco,
mas mandou bem. Foi um showzinho básico, que não
impressionou, com poucos apreciadores na frente do palco.
Acredito que pela demora, os headbangers esperavam mais
da banda.
A
Necropsya fez mais um show impressionante,
mostrando um Death Metal com letras em português.
A banda já ganhou uma boa fama no Estado por causa
de excelentes apresentações em outros festivais,
e, nesta ocasião, não foi diferente, fato
observado no agito da galera. Os instrumentistas são
muito bons, o guitarrista impressiona com sua técnica
e as músicas são criativas, com muito peso.
A
última banda de Death Metal da tarde decepcionou.
Foi simplesmente uma barulheira sem sentido. O vocalista
estava usando uma distorção no vocal muito
aguda, irritante. Era comum ouvir piadinhas como “tão
carneando um porco no palco”. Muita gente considerou a
Open Scars a pior banda do festival.
Havia apenas três pessoas na frente do palco, e
várias se afastando da frente das caixas de som
pra não ouvir a barulheira. Vieram de longe (Guarapuava/PR)
e definitivamente não mostraram um trabalho bem
feito. Houve quem gostou, mas em uma próxima oportunidade
eles podem melhorar.
Terminada
a tortura musical de aproximadamente uma hora, subiu no
palco quatro caras inteiramente de preto: das camisetas
aos coturnos, passando pelas calças, instrumentos,
óculos e, no caso do baterista, até as tatuagens.
A Desolate Ways aposta no Metal muito
influenciado por Paradise Lost, com passagens que nos
lembram The 69 Eyes e vocal semelhante ao do James Hetfield
(Metallica). Som simples e muito bom. Foi com certeza
uma das melhores bandas do festival, tocaram músicas
próprias do álbum "Tearful", que
agradaram muito ao público.
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Depois começa um petardo
musical. A Monalisa juntou muita gente
na frente do palco, abriram com Rush, e seguiram com um
repertório tradicional de covers Rock N’ Roll.
Na música “War Pigs” (Black Sabbath), a vocalista
ficou emocionada vendo todo mundo cantar junto e se esqueceu
da letra. Com todo o carisma possível, presença
de palco e domínio do público, riu um pouco
e reiniciou a música. Durante o show, levou o público
a balançar as gadeias. Terminaram com covers de
Iron Maiden. Excelente!
A G - Force infelizmente
deu o cano no público guitarrista, que esperava
covers de Satriani e Vai, mas em compensação
subiu no palco a Stormental. Com um Prog
Metal, ou melhor, “Raw Prog Metal” como eles se auto-definem.
Conseguiram levantar os headbangers que estavam sentados
sob o calor que ainda assolava aquele fim de tarde. O
baterista e o baixista chamaram a atenção
pela técnica apurada, e pela sincronia das músicas.
O vocalista Alexei é muito carismático,
usa um microfone estilo Johnny Rotten. Canta muito bem,
porém, deveria arriscar mais agudos ou rasgar um
pouquinho a voz para dar mais agressividade. Quem já
ouviu o álbum da Stormental, viu no palco uma cópia
exata do que se escuta no CD. No final rolou uma apresentação
de solos dos músicos. Perfeito!
No intervalo entre a Stormental
e a Mindborn, acredite se quiser, rolou um casamento.
Samuel Vargas, que já foi seminarista e é
vocalista das bandas Orquídea Negra e Mercenary
Tales, fez o papel de padre (ou Judas Priest, como ele
disse) e chamou o casal Fernando (vulgarmente conhecido
por Creysson) e Morgana. A irônica cerimônia
inclui juramentos de companheirismos nas bebedeiras e
festivais, tendo como objetos arremessados aos participantes,
flores e cachaça.
Depois subiu no palco outra banda
de Florianópolis. A Mindborn apresenta
músicos e composições excelentes.
O frontman, Ariel, parecia uma criança no palco,
sempre sorrindo, correndo e soltando a voz. O show causou
espanto a alguns headbangers, pois o repertório
misturou covers de New Metal (como System Of A Down e
Slipknot) e Metal tradicional (como Metallica e Bruce
Dickinson). Apesar de curta, a apresentação
agitou muito.
A noite e o frio já haviam
chegado quando chega a vez de uma banda que já
havia feito muito sucesso na segunda edição
do evento. A Four Horsemen, conhecida
como Metallica cover, fez os presentes irem a loucura
com músicas como “Lepper Messiah”, “Enter Sandman”,
“Nothing Else Matters” e “Battery”. “Master Of Puppets”
contou com a participação de Cynthia, vocalista
da Plêiades. O show foi marcado por “moshs”, rodinhas
e cabelos balançando. Muita gente subiu no palco,
fosse para pular, ou para cantar junto da banda. O baterista
Gustavo “Gummer” levantou várias vezes da bateria,
conseguiu interagir com o público, mesmo estando
atrás dos demais integrantes, segurando as baquetas
e mandando muito bem. Roberto tem a mesma postura e é
um perfeito cover do Hetfield. Foi o show que mais teve
público e um dos melhores do Festival.
Depois desse petardo, surge a
Enforcer. Surpreenderam com excelentes
músicas próprias, calcadas no Heavy tradicional
e presentes no EP “Art Of Darkness” (disponível
para download no www.enforcerband.com).
O vocalista Alyson canta muito, mas quando se comunica
com o público parece que está sem vontade,
terminando todas as frases com um sonoro “OK?!”.
Nessa altura da noite a Blood
Kharma Foundation ganhou vez. Havia pouca gente
debaixo da lona onde aconteciam os shows, pois já
eram duas horas da madrugada e estava muito frio. Quando
vi o baixista subindo de havaianas e calção,
com alguns adesivos no seu instrumento, um de caveira,
outro de coração; não imaginei o
que eles iriam tocar. Botaram pra quebrar com um Metal
super pesado, na linha de In Flames e Arch Enemy. Boa
presença de palco, pena que havia poucos espectadores.
Pra encerrar a noite, a Krophus,
que voltou a ativa totalmente reformulada, depois de quatro
anos parada. O novo integrante, Alex, canta e toca muito
bem. Infelizmente o guitarrista Adriano teve alguns problemas
com o som, mas a banda não deixou a peteca cair
e mandou muito bem com músicas próprias,
balançando os poucos cabelos que tem, do começo
até o fim do show. A banda fechou a programação
de sábado deixando a galera em êxtase, pedindo
mais.
No meio da noite rolavam gritos
de “cachaça caraio”, “orrrrrquídea” e alguns
berros incompreensíveis. Rolavam também
gemidos e gritinhos, porém era dentro das barracas,
então não pude acompanhar o que estava acontecendo.
A escuridão do lugar era
notável e os incidentes citados nas primeiras linhas
se repetiram. Algumas outras pessoas não se preocuparam
resolveram dormir ao relento mesmo.
Domingo de manhã uma das
poucas bandas de Rock Alternativo subiu ao palco. Era
a Palhas do Coqueiro. O vocalista Edvar
não sabia bem se ele estava bêbado ou de
ressaca, mas com certeza estava com muito do espírito
do Rock daquele lugar. A banda precisa de algum treino
ainda, mas as músicas próprias são
interessantes, falam geralmente de bebida. Certamente,
a maior influência é Raimundos. Aliás,
foi um cover que eles tocaram, “Eu quero ver o Oco”, que
agitou duas ou três pessoas que estavam prestigiando.
Depois surge uma banda de Thrash.
Troops Of Doom tocou de tudo. Slayer,
Motörhead, Cannibal Corpse, músicas próprias
e um cover de “Children Of The Grave” (Black Sabbath),
adaptado ao estilo proposto. A apresentação
foi excelente e com boa presença de palco, exceto
por algumas piadas sem - graça do vocalista nos
intervalos, mas nada que comprometesse, e por sinal ganhou
alguma simpatia do público. Foram eles que acordaram
os bangers de ressaca, sujos e com sede de mais cerveja.
A Dark Whisper
veio na seqüência, divulgando o demo - CD “Welcome
To The War”. Foi um show muito bom, com covers de Judas
Priest, Pantera e Ozzy, especificamente da música
“Mr. Crowley”, onde muitos correram pra frente do palco
para agitar. O vocalista tem problemas com “embromation”,
mas o carisma e o feeling compensam.
No intervalo entre Dark Whisper
e Na Palma Dos Dentes, os integrantes de ambas as bandas
tocaram duas músicas da Orquídea Negra.
Meio dia é hora de almoço?
Que nada, é hora de Napalma Dos Dentes!
A banda abre o show com Rush e tocaram outros clássicos,
oferecendo ao “recém - casado” Creysson um AC/DC.
No fim rolou um bloco só de Led Zeppelin, o vocalista
Pablo Borba, desceu do palco e se juntou com a galera
para cantar “Rock N ’Roll”.
Um intervalinho para comer e começa
a Selvagens da Monareta, ou melhor, somente
Selvagens (pelo visto, desistiram da Monareta). Uma banda
com um nome feio desse tem que ser boa para agradar. Felizmente
agradou. O vocalista e guitarrista Giuliano fez bonito
ao dar cerveja dentro de uma caveira para os headbangers
beberem. Se a Ms. Jane tocou um Hard Rock “lado A”, a
Selvagens toca “lado B”, com Cinderella e W.A.S.P no repertório,
além de uma música própria que fala
da procura de bares pelas ruas da cidade. Nas duas primeiras
músicas, público escasso, foi então
que começaram a tocar “Detroit Rock City” e alguns
seres vestidos de preto foram correndo para prestigiar.
O guitarrista Billy não
agita muito, aliás, fica parado o show inteiro,
mas toca muito bem.
A criançada da Pleiades
começa com “Master Of Puppets”. A vocalista Cynthia
agitou demais, parece que tem o diabo no corpo, ela pula,
grita, corre, balança a cabeça e canta bem,
lembrando a Angela Gossow, do Arch Enemy. O guitarrista
parece gostar mais de Metal extremo, pois toca com um
timbre super sujo e só agitou na última
música, um cover de Sepultura, “Chaos A.D.”. Em
“Run To The Hills”, Cynthia caiu no palco e teve um ataque
de risos, desculpando - se seqüência. Sem dúvida,
a vocalista mais carismática que passou pelo palco.
O baixista lembrou Geddy Lee (Rush), pois, além
das quatro cordas mais graves, cuida dos teclados. A criançada
tem futuro.
Pra
finalizar essa orgia de Rock, o show da Fire Symphony.
Hard Rock muito bem tocado, contando com um vocalista
competente. Desossaram tocando covers de Whitesnake e
Warrant, além das músicas próprias.
Choveu durante esta apresentação, mas várias
pessoas nem se importaram, continuaram levantando acampamento,
pois o calor estava demais e a água que caía
refrescou por cerca de vinte minutos.
Depois
foi só ir para casa e tomar banho, dormir e contar
para os que não foram quão boa foi a terceira
edição do Orquídea Rock Festival,
definida pelos participantes como: detonante, massa, excelente,
da bucet*, do caralh*, inesquecível, e por aí
vai.
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Fotos:
LinyRocks
Texto: Thomas Michel Antunes |
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