Influenciados
por clássicos do Death e do Doom Metal, a Land Of
Tears apresenta uma sonoridade cativante, com composições
inteligentes e produção adequada. “World Of
Pain” recém saiu pela Freemind Records e certamente
foi uma excelente aposta do selo. Conheça mais sobre
esta banda através das respostas cedidas por Robson
S. Maior, guitarra e vocal. |
01.
Saudações. Em poucas palavras, qual a história
da Land Of Tears?
Robson S. Maior: O Land foi formado a partir de
composições antigas do Apocryphon, minha antiga
banda. Eu e Sérgio (baixista) fomos apresentados
um ao outro e logo se formou a aliança que está
aí até hoje.
02. Eu não sabia da existência dos
demos “Canon Episcope” e “Total Disgrace”. Quando foram
lançados? Como foi a distribuição e
aceitação destes materiais?
Robson S. Maior: “Canon Episcopi” é de 2002
e “Total Disgrace” é de 2004. Foram bem aceitas pelo
público e pela mídia especializada.
03. “World Of Pain” é um álbum ou
um EP? O que impediu a gravação de mais músicas
neste registro?
Robson S. Maior: Na verdade ele é um EP
pelas 5 músicas inéditas que o compõem.
Eu achei interessante presentear o público com as
faixas demos e a parte multimídia, pois já
que seria prensado, era uma ótima oportunidade para
o público conhecer um pouco da história da
banda.
04. Perceptivelmente, a sonoridade de vocês
saiu do Doom Metal e se aproximou do Death. Como vocês
vêem tais mudanças?
Robson S. Maior: Fundamentais para a continuidade
da banda.
05. Quais eram e quais são as influências?
Robson S. Maior: Sempre foram o Death Metal mais
tradicional e o Doom, sendo hoje nosso som mais Death Metal,
porém sempre honrando nossas raízes.
06. O que levou a Land Of Tears a eliminar os vocais líricos?
Robson S. Maior: Não se encaixariam em nosso
horizonte musical já traçado.
07. Como foi trabalhar com Eregion e qual a importância
dele em “World Of Pain”?
Robson S. Maior: Muito natural, pois antes de tudo
ele é meu amigo particular, foi importante ter alguém
de fora da banda auxiliando e observando de forma diferente
de nós. Sempre fomos nós mesmos que produzimos
nossos materiais antes de “World Of Pain”.
08. Quanto a Freemind, como surgiu a parceria? Vocês
estão satisfeitos?
Robson S. Maior: Estávamos á procura
de um selo pra divulgar e lançar “World Of Pain”,
assim surgiu por intermédio do Eregion a ponte entre
Freemind e Land Of Tears e posso dizer que temos uma parceria
forte e saudável.
09. Das demos até “World Of Pain”, vocês
traçaram caminhos diferentes. O que podemos esperar
para o próximo registro?
Robson S. Maior: Com certeza “World Of Pain” foi
nosso divisor de águas. Daqui por diante, canhões
com artilharia pesadíssima, Death Metal nas mais
pura essência e com muito amor ao que fazemos. Já
estamos trabalhando em nosso full - lenght e será
um marco na história do Land Of Tears, eu garanto.
10.
Agradecemos pelas respostas e deixamos o espaço aberto
para as considerações finais. Grande abraço.
Robson S. Maior: Muito agradecido pela oportunidade
dada a nós e com certeza é mais do que fundamental
tal espaço, que a fartura, o sucesso e a vitória
esteja nos seus, nos nossos e nos caminhos de todos aqueles
que lutam pelos seus ideais. |