Formada no Rio Grande do Sul, em novembro de 1997, a banda Hangar, acaba de lançar seu novo trabalho no mercado, intitulado "The Reason Of Your Conviction". Trata - se de um trabalho conceitual, que aborda a mente de um serial killer. Contendo ótimas canções e produção soberba, o CD tem tudo para ser um divisor de aguas na carreira da banda.
Se preparando para a tour do álbum e aproveitando o ótimo momento, tivemos o prazer de bater um papo com Nando Fernandes (vocal), Eduardo Martinez (guitarra), Nando Mello (baixo), Fábio Laguna (teclado) e Aquiles Priester (bateria), então com a palavra, a banda Hangar:

 
01. O Hangar é uma banda que já possui algum tempo de vida. Em breves palavras, gostaria que vocês nos falassem um pouco sobre a banda:
Nando Fernandes:
Long Live to Hangar. It’ s just the beginning!
Nando Mello: Estou na banda desde fevereiro de 99. Acho que o diferencial que existia na época continua valendo até hoje, 9 anos após. Uma ética profissional e um foco constante na música. É o que eu sempre senti desde o inicio. Hoje estamos focados no CD que lançamos e esperamos que o resultado seja o melhor possível.
Fábio Laguna: Estou no Hangar há sete anos e tem sido uma experiência maravilhosa. Virei integrante “sem querer” e agora não quero mais sair. (Risos)
Aquiles Priester: Hoje sou o único membro fundador e tenho a impressão que essa primeira década foi muito produtiva, apesar de não ter mantido a banda na ativa durante todo esse tempo. Tivemos muito tempo para pensar no que fazer e como fazer com a banda e agora podemos colocar toda a energia nesse novo trabalho.
Eduardo Martinez: Minha entrada no Hangar foi em dezembro de 1999. O Hangar tinha lançado o "Last Time" e o primeiro guitarrista saiu. Eu estava no meio do meu curso de violão na UFRGS e recebi um telefonema do Nando Mello (baixista) me sondando a respeito de um aluno que pudesse ocupar a vaga. Como eu já havia escutado o "Last Time" no programa de rádio Arrasa Quarteirão, recomendei a mim mesmo!

02. Como foi o processo de composição do “Reason Of Your Conviction”?
Nando Fernandes:
Infelizmente não pude estar na composição de todas as músicas desse álbum. Contribui na parte vocal de todas as músicas, fazendo pequenas mudanças e cantando as coisas do meu jeito. No próximo quero apresentar muitas idéias para meus parceiros.
Nando Mello: Começamos em Porto Alegre por volta de 2004, depois fizemos uma demo com seis múiscas, ainda com o Mike como vocalista. Completamos o CD entre a saída do Mike e a entrada do Nando no vocal.
Fábio Laguna: Foram muitas etapas. Começou com guitarra e baixo, guitarra e voz, depois guitarra e teclado, depois bateria, teclado e guitarra. E no final juntamos a banda toda para definirmos os arranjos instrumentais. Gravamos nossa primeira demo, ainda instrumental e o Aquiles e eu começamos a definir as linhas melódicas. Só depois vieram as letras. Isso tudo levou pelo menos dois anos.

03. O álbum tem uma atmosfera bem densa, agressiva, estamos diante de um álbum conceitual. Gostaria que vocês falassem um pouco da temática deste play:
Nando Fernandes:
Desde a introdução nós temos um clima sombrio que prepara o ouvinte para uma seqüência de músicas tensas e nervosas com uma sonoridade chegando a ser visceral às vezes.
Fábio Laguna: O tema está para o disco assim como o disco está para o tema. Foram duas coisas que se encaixaram sem muito esforço, depois que o tema foi escolhido. Pela atmosfera das músicas, as letras não poderiam falar de flores.
Eduardo Martinez: O curioso no processo é que compusemos as músicas primeiro, depois as melodias e por fim as letras.
Aquiles Priester: Vou aproveitar para repetir todo o texto que colocamos no CD, mas agora em português... Acho que dessa forma dá para ser bem claro...
     Um prefácio para a sua mente...
     “De alguma forma, a dor de dentro dos seus olhos é apenas o começo...”
     Essa frase dá início a uma história fictícia, em que qualquer semelhança com alguma história real será mera coincidência. O disco "The Reason of your Convicition", é conceitual e conta a história de uma pessoa comum que, após ter ficado adormecida por três dias, sente algumas perturbações mentais e resolve mudar completamente sua vida, buscando novas aventuras e tentando ter novas sensações. Durante esse sonho, vozes o ensinam todas as frases secretas para sua vida fazer algum sentido. Essas frases estão incompletas e seu complemento deverá se encontrado através das experiências vividas pelo personagem principal. Após o sonho, tudo pode ser visto de uma outra maneira e não só ele percebe que agora não é mais a mesma pessoa como todos que estão à sua volta também percebem isso.
     Agora, tudo faz mais sentido, pois cada ato desse mundo psicótico está ligado àquelas frases e a cada vez que ele encontra as palavras para finalizar e dar sentido para alguma frase, logo se lembra do sonho, que foi o momento em que essas frases foram colocadas em sua mente pela primeira vez – como se fosse um quebra - cabeça que pode ser montado ao longo de uma vida. No decorrer da história, ele começa a acreditar que quando se tira a vida de alguém isso pode ser canalizado para um campo onde o entendimento do homem ainda não é pleno, canalizando todo o poder da vida para si mesmo. Cada passo é minuciosamente estudado e agora sua ligação com suas vítimas não faz mais parte do mundo onde as coisas podem ser explicadas. Num certo momento, a sensação que o personagem tem é que, para vivenciar esse tipo de situação, ele precisa estar pronto para viver num mundo distante do real, no qual tudo que imaginamos pode ser vivido, mesmo que de uma forma particular e secreta. A linguagem é bem abstrata e não tem nada muito explícito e rude.
     De acordo com a visão do personagem principal, existem coisas que só podemos sentir e enxergar quando estamos tomados pela adrenalina e sem ter noção do que estamos fazendo – ou seja, quando à razão dá espaço para a emoção. Dessa forma, a emoção também faz sua parte da história, para que todo mundo possa se identificar de alguma forma com a trajetória caótica do personagem.
     Quem de nós já não se imaginou na pele de um personagem de algum filme? Quem já não se imaginou contracenando com um ator e tentado mudar o final de uma história? Assim, você, como ouvinte, tem seu papel nessa história, que é interpretar cada letra, cada harmonia, cada melodia, cada arranjo e cada música, imaginando tudo isso da sua forma e fazendo com que essa história seja apenas o começo do seu mundo de tentativas para novas descobertas, seja elas quais forem! Desafiem a mente de vocês, tenho certeza que vocês irão se surpreender!
     De alguma forma, todas as cenas, pensamentos e imaginações que se passaram pela sua mente enquanto você lia esse texto são apenas o começo...

04. Pelas máscaras, parece que vocês adotaram algo do serial killer Hannibal Lecter. Estou certo disso?
Nando Fernandes:
É como se fosse um símbolo para esse CD em particular, um elemento que no futuro, vai ser muito interessante cantar usando uma, entendeu?
Fábio Laguna: Foi o filme deixou aquela máscara famosa. Ela já existia antes do Hannibal. E ele não foi o primeiro canibal dos tempos modernos. A gente achou legal usar uma máscara parecida porque tinha tudo a ver com o assunto do disco.
Eduardo Martinez: Quando vi o silêncio dos Inocentes em 1992 compus a música "Hannibal The Cannibal" para o álbum "Best Before End", do Panic. Lembro que tocamos essa música ao vivo no programa Banda Antes da MTV... Estórias a parte acompanhei a saga de Lecter e a “evolução” da máscara no contexto do filme. A origem da mesma como parte da indumentária samurai, a máscara penitenciária anti - mordidas, a máscara como metáfora psicológica... Qual é a sua máscara?
Aquiles Priester: Assisti mais de sessenta filmes, li mais que dez livros e pesquisei muita coisa na Internet para poder criar esse conceito todo. Conforme ia finalizando os capítulos, ia enviando para a banda saber o que estava rolando. As máscaras têm a ver com o momento que o personagem está vivendo na estória. Para cada situação ele precisar estar atento com tudo que está acontecendo a sua volta.

05. A Produção do trabalho é excelente, o CD foi gravado no Mr. Som, em São Paulo e teve você, Aquiles, como produtor. Como foi desenvolver esta função? O que você achou do resultado final do CD?
Aquiles Priester:
Estamos muito satisfeitos e muito orgulhosos desse trabalho. Quando ouvimos o CD juntos ficamos lembrando de como as músicas eram antes da versão final do disco. A captação dos instrumentos foi impecável e com isso tivemos um bom material para a mixagem, que foi feita por Tommy Newton na Alemanha. Os últimos dias de janeiro de 2007 foram uma loucura, pois fechamos o Mr. Som 24 horas por dia e a banda tomou conta de todas as salas. Enquanto o Fábio finalizava os teclados numa eu e o Nando estávamos gravando os vocais em outra. Quando chegamos na Alemanha para a mixagem, tivemos uma grande surpresa, pois o Tommy percebeu o cuidado que tínhamos com cada detalhe e logo ele percebeu que existia um grande amor por aquele trabalho. Ficamos juntos por quinze dias trabalhando em cada música por 14 horas. O resultado não podia ser outro, pois acompanhamos todo o processo muito de perto.

06. De onde surgiu a idéia da participação do Arnaldo Antunes na faixas "Just The Beginning"?
Aquiles Priester:
Eu o vi gravando uma narração num estúdio de um amigo meu e fiquei impressionado com o resultado. Assim que ele terminou eu perguntei se ele já tinha participado da gravação de um disco de Metal e ele disse não. Mas logo em seguida falou: Mas me chama que eu vou... E foi bem assim que rolou, de forma muito espontânea. Quando já tínhamos a idéia de como fazer a faixa “Just The Beginning”, eu liguei para ele e ele foi para o estúdio. Em breves palavras expliquei o conceito e ele já foi direto para a sala de gravação e fez seis takes e ele mesmo escolheu dois deles. Quanto ele saiu do estúdio ficamos impressionados com o resultado e com a forma que ele deu ao texto.

07. “The Reason Of Your Conviction” saiu em uma tiragem acompanhada com um DVD, de onde partiu está idéia?
Eduardo Martinez:
O lançamento do "The Reason Of Your Conviction" no japão foi neste formato, com o vídeo bônus. No japão o CD nacional é muito valorizado e a gravadora Spiritual Beast fez questão de uma edição especial. Achamos que o CD brasileiro deveria oferecer os mesmos extras e bônus, pelo menos em uma primeira tiragem.
Nando Fernandes: Hoje em dia é praticamente obrigatório ter algum material de DVD, então pensamos em oferecer aos fãs um clip e um making of, além, de uma super galeria de fotos com mais de 150 fotos muito legais de todo o processo de gravação do clip, vale muito a pena ter isso!

08. O clipe para a faixa “Call Me In The Name Of Death” é maravilhoso, sem dúvidas, umas das melhores faixas do álbum. Como foi trabalhar neste clipe.
Nando Fernandes:
Em primeiro lugar foi muito divertido! Trabalhamos com pessoas com um astral muito bom e gente muito competente, o resultado não poderia ser outro.
Eduardo Martinez: Foi uma aventura e contamos com a participação de muitas pessoas sem as quais ele não seria possível; a direção da Carina Zaratin e Fred Ouro Preto, a força da Harpia produções, as fotos de Ricardo Zupa... Enfim foi um dia de muito trabalho no set de gravação. Assista ao making of no DVD bônus!
Aquiles Priester: A mixagem no exterior e o vídeo clip foram coisas que pensamos depois que o disco já estava quase todo gravado. Quando vimos que o material ficaria tão bom, decidimos fazer um vídeo clip e a música escolhida automaticamente foi a “Call Me In The Name Of Death”, por sintetizar bem o que é o nosso disco. Cuidamos de tudo detalhadamente durante a gravação e o roteiro para que pudéssemos nos orgulhar do resultado final. A fotografia do clipe ficou maravilhosa e agora já estamos pensando na gravação do próximo, mas confesso que estamos com bastante medo, pois precisamos superar o que fizemos no nosso primeiro clipe e isso não será fácil.

09. Nando Fernandes é um excelente vocalista, um dos maiores destaques do trabalho. Como vocês chegaram nele?
Eduardo Martinez:
Analisamos todas as opções e nos deparamos com músicos muito bons, alguns quase no ponto, alguns no ponto, mas um tanto desfocados em termos de comprometimento. Quando as opções se esgotaram perguntei ao Aquiles e Fábio Laguna que conhecem bem o meio musical do Sudeste se não havia alguém tecnicamente perfeito, musicalmente desenvolvido e bom de palco numa cena tão grande... Nesse momento vi aquele olhar cúmplice e a resposta: “Bem, existe, todos sabem, tem a lenda, mas ele não iria querer tocar conosco!”(Risos)
Nando Mello: Todos conheciam o trabalho do Nando, então acho que foi meio que natural, ele estava ali no momento certo e o Hangar estava ali também no mesmo momento. Foi um acréscimo importantíssimo ao nosso trabalho e complementou o que precisávamos para fazer deste álbum o que queríamos. Além disso, ele tem o senso de humor exato que a banda precisava!
Fábio Laguna: Já havíamos cogitado chamar o Nando para assumir os vocais muito antes disso acontecer. Não acreditávamos que ele iria encarar a loucura que é fazer parte do Hangar. Estávamos completamente enganados, o Nando é mais louco do que pensávamos.

10. Há algum tempo atrás o tecladista Fábio Laguna também se juntou no Hangar e o entrosamento entre vocês parece ser excelente. Como está a adaptação dele a banda?
Nando Mello:
Na verdade o Fábio já faz parte do Hangar desde 2001, então falar de adaptação fica meio sem nexo. O Fabio é integrante da banda há 7 anos.
Fábio Laguna: Como disse, sou integrante do Hangar há um bom tempo. Minha adaptação não foi diferente do que acontece em toda banda que começo a tocar junto. No começo fico na minha, observando os temperamentos, as atitudes de cada um, e aos poucos vou conquistando o meu espaço com o que sei fazer além de tocar. É muito gratificante fazer parte desse time porque o Hangar é uma banda que quer fazer as coisas certas e não importam quais sejam os sacrifícios para que elas aconteçam.
Eduardo Martinez: O Sr. Fábio Laguna está entrosado no Hangar desde 2001, quando se juntou ao bando... Foi na gravação do "Inside Your Soul". Fábio Laguna é um integrante fundamental do Hangar: compositor, arranjador, virtuose, segunda “guitarra” e backing vocal. Além de excelente pessoa, um grande amigo. Por sinal também bacharel em direito, ele lê os contratos até o fim...

11. Como conciliar o Hangar com os trabalhos paralelos?
Nando Fernandes:
No momento eu estou conciliando tudo ao Hangar, esse momento é de total prioridade da banda, não pode ser diferente, temos que aproveitar o reconhecimento e fazer isso virar muito trabalho.
Nando Mello: O Hangar é minha prioridade há muito tempo.
Fábio Laguna: Exatamente agora, é hora de ajustarmos as nossas vidas ao Hangar. Mas os projetos paralelos continuarão acontecendo na medida do possível. Alguns na banda dão aulas, outros fazem workshops, ou tem outras bandas, etc. É preciso respirar novos ares de vez em quando para trazer mais energia para o Hangar.
Eduardo Martinez: O trabalho numa banda é feito sempre em etapas que se alternam e variam de intensidade conforme o momento de cada carreira. O momento do Hangar exige e terá da nossa parte dedicação integral. A Lápide acaba de lançar o segundo CD “Over The Grave” aonde participo com muitas músicas e letras. O projeto Freakeys tem sido contratado para shows desde o lançamento e tido sempre um público fiel como é de se esperar na música instrumental. Leciono na Estação Musical em Porto Alegre, tenho alunos particulares, toco na banda de clássicos do Rock Riffmaker com o Sr. Nando Mello. Sigo estudando violão com o Sr. Francisco Guedes. Somando workshops o resto do tempo é dividido em ensaios. Tenho projetos futuros para um CD instrumental e um livro de música, áudio e fotos em parceria com a fotógrafa Rachell Kolodsiejski Martinez. E ainda, um dia, meu mestrado em violão. Espero viver mais uns 100 anos...
Aquiles Priester: Estamos envolvidos com a música todo o tempo de nossas vidas.

12. O álbum saiu primeiramente no Japão. É vantagem lançar primeiro no Japão?
Nando Fernandes:
Com certeza sim, se um CD vai muito bem no Japão, significa que ele está pronto para o mundo e, graças ao nosso sangue, estamos sendo bem reconhecidos pela cúpula da crítica de Metal no Japão, nos colocando em 16º no ranking dos mais vendidos no país.
Fábio Laguna: O Japão é um termômetro para o resto do mundo. Eles são muito sinceros e muito exigentes nas suas preferências musicais. Não que isso não aconteça no Brasil, mas aqui ainda existe um pouco daquela estória de que “santo de casa não faz milagre”. Existem bandas brazucas fantásticas que não tem o merecido reconhecimento. Um dos caminhos para que isso aconteça é lançar primeiro o disco fora do Brasil, infelizmente. Se a crítica internacional for favorável à banda, isso trará reflexos para cá. E vai ajudar muito a banda a assinar contratos com gravadoras, melhorar as condições dos shows, ter mais espaço na mídia, etc.
Eduardo Martinez: O Japão é um mercado muito exigente e foi uma conquista para a banda. O contrato e as condições com a Spiritual Beast foram excelentes, temos total apoio da gravadora e já contamos com um fã clube no Japão.

13. Qual a maior diferença em o público japonês e brasileiro?
Nando Fernandes:
Eu estou louco para descobrir isso!!! Rsrssrsrsrs.
Fábio Laguna: O público japonês é mais contido, mais recatado e frio. Eles curtem o show de forma diferente. Já os brasileiros e em muitos países latinos o público é muito mais animado, às vezes até demais, rs. Por isso é muito mais empolgante tocar para os brasileiros e para os hermanos. É loucura garantida!
Eduardo Martinez: Esta é uma pergunta que espero poder responder em breve, após o primeiro show do Hangar no Japão!
Aquiles Priester: São extremamente exigentes e sempre falam a verdade, mesmo que isso te machuque... Ou seja, ou a banda toca bem ao vivo ou não receberá elogios...

14. Quais os planos para o futuro do Hangar?
Nando Mello:
Mostrar as músicas ao vivo deste CD ao maior número possível de pessoas.
Fábio Laguna: Por enquanto estamos concentrados no presente. Queremos fazer muitos shows para divulgar o TROYC e temos planos de registrar essa turnê em um DVD. 2008 será uma boa caixinha de surpresa!
Eduardo Martinez: Temos uma série de pocket shows nas livrarias Fnac, a abertura para o Dream Theather dia 8 de março e o show com o Sepultura em Santo André. O "The Reason Of Your Conviction" vai nos deixar na estrada até o fim do ano, quando deveremos já estar com um quarto álbum no forno. Viver o presente é o plano.
Aquiles Priester: Ser feliz e viver intensamente cada momento, seja lá o que aconteça.

15. Muito obrigado pela entrevista. O espaço é de vocês:
Nando Fernandes:
Obrigado aos amigos da ALL THE BANGERS pela oportunidade de divulgar nosso trabalho e obrigado aos nossos fãs que estão sempre nos ajudando com nossos sonhos!
Eduardo Martinez: THANX TO ALL THE BANGERS! YOU RULE!
Fábio Laguna: Up the Bangers!!! Nos vemos no primeiro show do Hangar perto da sua casa!
Aquiles Priester: Não vejo a hora de voltar para Itajaí e me encontrar com vocês novamente... Muita sorte para todos vocês!!!
 
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Por Neto Santos e Cristiano "Frank" Gonçalves
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