01.
Saudações. Em poucas palavras, conte a história
da Empty Grace.
Marcus: Formada em 2001, por Nanno T., nosso primeiro
registro foi em 2003, o CD Demo “Through The Lands Of Agony”.
Em 2009 lançamos o debut, “Subterranean Soul’s March”.
02. “Subterranean Soul´s March” foi produzido
em 2007, mas só agora chegou aos sites e revistas.
O que causou a demora?
Marcus: A espera por um selo que prensasse e lançasse
o álbum, o que não ocorreu, por isso a produção
independente.
03. O material é excelente, mas foi lançado
de forma independente. Opção ou falta de apoio?
Marcus: Falta de apoio, como dito na resposta anterior.
04. Jobert Mello cuidou da capa. Como foi trabalhar
com este talentoso artista? O cara captou a essência
da Empty Grace?
Marcus: O resultado foi bastante satisfatório.
Ele realmente conseguiu transpor visualmente toda a brutalidade
expelida pela banda, tanto lírica quanto musicalmente.
05. Eu não conhecia a banda antes de receber
o debut. Houve algum registro anterior?
Marcus: Sim, o CD Demo citado na primeira resposta.
Ele conta com seis faixas, quatro de estúdio e duas
ao vivo.
06. Na opinião de vocês, que bandas
nordestinas merecem destaque na atualidade?
Marcus: Expose Your Hate, Facada, Decomposed God,
Revel Decay, Headhunter D.C., Krenak, dentre outras que
não me recordo no momento.
07. Vocês trabalham com Jaime Amorim. Como
surgiu a parceria? Qual a importância de um assessor
de imprensa para uma banda?
Marcus: Ele se relaciona mais com Nanno T., o guitarrista
do Empty Grace, com o qual iniciou a parceria. Sem dúvida
uma assessoria de imprensa é muito importante, em
se tratando de divulgação.
08. Apostar em um CD em tempos em que o MP3 tende
a dominar é um risco ou vocês acreditam que
a música digital jamais substituirá os “disquinhos”?
Marcus: É um pouco complicado, até
pelo fato de muitas pessoas não disporem de recursos
financeiros para comprar uma grande quantidade de CDs, fora
o fato da comodidade e facilidade de acesso que a internet
proporciona. No entanto creio que os CDs sempre marcarão
presença, principalmente pelos fãs mais saudosistas.
Se o vinil ainda sobrevive, os CDs ainda durarão
um bom tempo, não sei se eternamente.
09. Até o momento, como tem sido a aceitação
de “Subterranean Soul´s March”?
Marcus: Até o momento as críticas
têm sido as melhores possíveis, tanto por parte
da mídia quanto dos admiradores, e isso é
muito gratificante.
10. O eixo Rio – São Paulo ainda é
fechado às bandas de regiões extremas, como
norte, nordeste e sul, ou a internet quebrou por completo
esta barreira?
Marcus: Acho que é fechado no sentido de
shows, devido aos custos, mas não de divulgação,
e a internet ajuda bastante nesse sentido.
11.
Agradecemos pelas respostas e deixamos o espaço aberto
para as considerações finais. Grande abraço
e parabéns pelo excelente registro.
Marcus: Nós é que agradecemos ao
apoio e muito obrigado pelos elogios. Stay Death Metal!
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