Quando
o material é ruim, chegam a faltar linhas para escrever.
Porém, quando temos algo de qualidade, uma simples
palavra resume até mesmo páginas. No caso
de “My Life Is A Torture”, a gíria “sonzera” resumiria
tudo. Death Metal com algumas passagens Thrash, sem exageros
técnicos e virtuosos, mas com muito feeling. Riffs
simples e marcantes, bateria competente, baixo bem encaixado
e vocal gutural, mas compreensível.
Completando, produção de áudio adequada,
acima da média de materiais de divulgação
de bandas nacionais. Só a arte gráfica poderia
ser mais caprichada.
Mesmo com uma fórmula utilizada há mais de
vinte anos, a banda passa empolgação ao ouvinte.
Não é ao acaso que passadas as seis músicas,
surge uma pergunta: Cadê o álbum?
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