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pessoa poderia escrever diversas linhas contando a história
da banda e elogiando o recente trabalho, mas como não
queremos tomar o tempo do leitor e muito menos perder
o nosso, vamos direto ao assunto.
Assim como ocorreu com vários clássicos
do Thrash Metal, incluindo Sodom, Kreator, Destruction
e Exodus, após o início do corrente milênio,
a Overkill lançou álbuns mantendo a mesma
sonoridade oitentista, mas com melhorias na qualidade
de gravação, mixagem e masterização.
Com isto, temos um som agressivo, porém nítido.
O "Wrecking Everything - Live", mostrou como
músicas antigas soam melhor com uma produção
mais adequada. "Killbox 13" é uma tempestade
de feeling e um dos melhores discos do estilo. "Relix
IV" é muito bom, mas não supera o antecessor.
"Immortalis" prova que a criatividade não
acabou e é uma avalanche de excelentes músicas.
DD Verni e Bobby "Blitz" Ellswoth são
responsáveis pelo diferencial da banda. O baixista
e o vocalista assinam todas as faixas, criando variações
de andamentos que tornam as composições
dinâmicas e incansáveis aos ouvidos. A dupla
de guitarras despeja riffs empolgantes e mostra bom gosto
para solos, tornando a audição mais interessante. Ron
Lipnicki, novo baterista, é preciso e domina as
baquetas, tambores e pratos, principalmente nas variações
das linhas de bumbos.
Se não for melhor que "Killbox 13", "Immortalis"
é no mínimo, compatível. |