| Impressão
ou o Hard Rock está revivendo uma fase positiva?
Observem que em um período bastante curto, tivemos
shows de Eric Martin, Richie Kotzen, Jeff Scott Soto e
por último, Glenn Hughes. Além disto, as
gravadoras deram uma atenção especial para
nomes como Gotthard, Dr. Sin, Tempestt e Evidence One,
que é o objeto desta resenha.
A banda alemã investe em composições
cheias de feeling, com elementos que variam dos setentistas
aos mais modernos. De Deep Purple à Pink Cream
69, passando por Van Halen, Whitesnake, Bon Jovi, Joe
Satriani e Mr. Big.
Os trabalhos de vocais, do principal (melódico,
mas não meloso) aos backing, são excelentes.
As guitarras, além de muitos riffs pegajosos, solos
de extremo bom gosto. Para completar, uma cozinha competente
e dinâmica, que atende as necessidades de cada música.
Tanto individualmente quanto em conjunto, o profissionalismo
está presente. Das baladas às mais pesadas,
passagens marcantes, que ficam na memória desde
o primeiro contato.
A produção, tanto gráfica como sonora,
estão perfeitas. Fato que agrega valor à
aquisição e torna a audição
mais agradável.
Faixas como "The Sky Is The Limit", "Propaganda",
"Gallery Of Broken Glass" e "Mindmines"
merecem destaque, mostrando que a Evidence One conseguiu
um diferencial nesse cenário saturado de mesmices.
O título não poderia ser melhor, pois para
o quinteto, o céu é o limite. |